17 de mai de 2012

Olá pessoas,


Nada de comidas hoje! 
Hoje eu não quero falar, quero divagar. Eu penso em como a sociedade tende a criar padrões pra tudo. Estamos constantemente contabilizando, catalogando, definindo e procurando características que para agrupar coisas/indivíduos. Por que temos essa necessidade? 
E aquilo que não se encaixa em nada? O que fazer com isso? Uma vez conversando com um amigo sobre o padrão de ensino ficamos pensando por que a coisa toda tem que ser tão hermeticamente fechada. Crianças de x anos devem estar em tal série, aprendendo tais matérias e assuntos. Mas e se uma criança tem uma capacidade muito mais desenvolvida para uma matéria e não para outra? Por que ela não pode estar na 8ª de matemática e na 6ª em biologia?
Queremos sempre igualar e padronizar tudo e todos e muitos vezes esquecemos que cada indivíduo tem a sua idiossincrasia, tem o seu tempo. Querer igualar é querer anular os traços que fazem da pessoa quem ela é.
Querer que todo mundo cresça e se desenvolva no mesmo tempo e no mesmo ritmo é querer criar robôs e não seres humanos. Pois uma das coisas mais bonitas que temos é o fato de que não somos iguais. 
Em direito existe uma máxima que diz mais ou menos que a igualdade é tratar cada iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual na medida da sua desigualdade. Eu acredito nisso.


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