30 de dez de 2015

Vida louca, a segunda pedalada


Uma coisa que eu tinha percebido é que tinha parafusos na bike que não estavam completamente parafusados. Eu fiquei sem saber se era assim mesmo, mas fiquei andando com eles do jeito que vieram. Na segunda pedalada, eu resolvi apertar tudo. Eram dois no guidom, perto do freio e dois na perto da roda dentada. Os da roda dentava não senti qualquer diferença, mas os do guidom percebi que eles apertavam o freio e entendi que seria impossível andar com os freios apertados (os parafusos faziam o mesmo efeito de quando você aperta os freio para parar). Afrouxei eles e fui pedalar.

Dessa vez só levei a chave e a água. Cheguei a conclusão que levo a água só para um conforto psicológico, mas nunca uso. O que é até aceitável já que, como estou começando, não ando tanto assim. Prefiro beber quando chego em casa. O que me leva a pensar se vale a pena continuar levando. 

Na segunda pedalada meu capacete fajuto já deu a louca e soltou o cordão que prende no pescoço. Taquei o f.. (também referenciado por mim como: foram seis unicórnios coloridos mancos) e fui pedalar. Me arrisquei a pegar umas ladeiras leves e quase morri subindo, mas consegui. Como era um dia bem menos movimentado me arvorei andando na pista junto com os poucos carros que tinham trafegando e acho que andarei em dias de trânsito normal em breve.

Os pedestres na via de bike me fizeram ter que ficar desviando constantemente, o que me deixou meio irritada e me fez desisti de andar naquele local. Voltei na vibe vida louca e fiz umas coisas que posteriormente descobri que são infrações, como trafegar na calçada. Não pretendo fazer de novo.

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